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Passe seu imóvel para quem você quiser, enquanto você está vivo.
Sai mais barato do que deixar pra depois. A gente cuida da papelada e do cartório. No final, você fala com um advogado de verdade.
Responder é de graça. Você só paga se decidir seguir.
Escolha uma opção pra continuar.
Quando alguém morre, a família precisa dividir o que a pessoa deixou. Isso exige um processo. Ele se chama inventário.
No inventário, o advogado cobra uma parte do valor dos bens. Normalmente entre 6 e 10 de cada 100 reais. Num imóvel de R$ 900 mil, isso dá entre R$ 54 mil e R$ 90 mil. É referência de mercado, e dá pra negociar.
Se você passar o imóvel agora, sua família não precisa fazer inventário desse imóvel. Esse custo não existe.
O imposto é o mesmo nos dois casos. Em São Paulo são R$ 4 a cada R$ 100 do valor do imóvel. Agora ou depois, é igual. Quem diz que passar em vida paga menos imposto está errado aqui.
Pode continuar, sim. Existe um jeito de passar o imóvel e guardar o direito de morar nele. O aluguel também continua seu. Isso vale até o fim da sua vida.
Mas tem um porém, e é importante. Depois de passar o imóvel, você não pode mais vender sozinho. Quem recebeu precisa concordar. E voltar atrás depois é muito difícil.
O advogado explica isso direito antes de qualquer assinatura.
Se a pessoa já morreu, a gente ainda não ajuda.